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quinta-feira, 6 de março de 2014

O tempo sempre vai passar..

Sim, o tempo passou para mim, aliás, para nós.
        Revendo antigas postagens, consigo me lembrar exatamente como a vida já estava exigente comigo naquela época: cursar uma faculdade numa universidade pública, e me superar lá dentro cada vez mais, pensar em meu futuro como algo que jamais iria decepcionar meus familiares e amigos. Só que o mais importante eu não via: nunca estive 100% feliz...
         Levava uma vida sem Deus no controle de tudo, não tinha paz em casa, cobranças nos estudos, e relacionamentos que não duravam, simplesmente porque não eram o certo para mim. Apenas muitos anos depois eu resolvi dar uma basta em muitas coisas, as sem deixar de ser eu mesma.
        Levei alguns tombos pelo caminho, mas foi apenas quando resolvi que minha vida iria ser diferente, foi quando resolvi parar de ir atrás das coisas que chegariam para mim um dia, que tudo foi dando certo!
        Depois de ir de cabeça, sem olhar para trás, fiz o 15º Congresso jovem da igreja nova vida do Colubandê, e entrei para a juventude. Voltei de verdade para os caminhos do Senhor e nunca mais saí.
       Encontrei meu moreno lindo, 2 anos mais velho que eu, super simpático e bem humorado, do jeito que sempre sonhei um dia. Só mesmo alguém que passou pelas mesmas coisas que eu poderia me entender e me completar.
       Hoje, sou uma jovem de 26 anos, noiva do Victor Gouvêa, formada, serva e bailarina do Senhor! Se fosse possível, escreveria em mínimos detalhes todo processo de evolução da minha vida, mas quer saber, nem precisa. O importante é contemplar essa felicidade que ganhei de presente, e viver o melhor ao lado do homem da minha vida!!

: )

domingo, 15 de maio de 2011

Porque a vida vale à pena.


Na última edição da revista, o artigo publicado nesta coluna recebeu o título “Tá, mas você vai ser professor?”, e até agora não sei por que ele foi o primeiro a ser lançado. Tudo bem que, como porta de entrada, deu o seu recado à respeito de uma profissão bastante desprestigiada, mas que se percebe imprescindível, além de dar aquele “oi, eu sou a Ketiley Pessanha” super especial aos leitores que estão se juntando a nós, aos poucos.

Agora que fomos devidamente apresentados, acho que me esqueci de mencionar umas coisinhas... Este canto da revista não é só de desabafo, nem mesmo de contar somente as minhas experiências como aspirante à professora. Afinal de contas, a vida não tem um caminho só, tão pouco as vontades devem ser reduzidas. Devemos nos permitir, sempre. E foi pensando nisso, que resolvi fazer uma reciclagem de sentimentos, aliás isso é bastante recorrente. Não sei se é um mal de quem está na casa dos “20 e poucos anos”... Vou descobrir.

Ainda que de idade ou de espírito, seremos eternamente jovens, isso é fato. Mas nem sempre foi desse jeito. Na adolescência sentimos uma vontade estúpida de crescer, de ter 18 anos para poder ser mais independente, e todos os outros clichês que ouvimos por aí. Eu já fui assim, quem não foi? Agora é a vez dos meus alunos sentir essa vontade, tem uns que abusam desse sentimento, às vezes (risos).

Tenho uma turma, em especial, de uma instituição pública que me comove. Vemos a precariedade da escola, a falta de recursos, no entanto, aqueles jovens não desanimam nunca. Enquanto ninguém parece acreditar no potencial deles, surgem de forma inesperada, abertos à trocas e conselhos. Muitos vieram de comunidades carentes que sofrem com a falta. Do que? De tudo! A única saída para esses alunos é a escola, e tudo o que podem retirar dela.

Obviamente que não são todos, contudo, quando se trata da maior parte, nós professores entendemos que é a turma toda, e vamos em frente. Também não sei de onde vem a força que nos impulsiona, que me impulsiona, já que, para falar a verdade, eu nunca quis lecionar. Meu sonho de consumo sempre foi o de ser advogada, e ainda carrego este sonho comigo. Sei que enquanto não o realizo, “defendo” ou “acuso” dentro do que eu faço no momento.

À priori, defendo os interesses desses cidadãos que querem ser alguém nessa vida. Não querem apenas ter os tais “18 anos” e ter independência, mas querem ter conhecimento, querem ler, escrever, entender e sentir, para que isso seja passado a diante. Vejo naqueles meninos futuros professores, jornalistas, advogados; vejo, antes de tudo, amigos que fiz para toda vida.

Quando conversamos sobre essa fase inquietante que estão vivendo, conto um pouco da adolescente que fui, dos meus medos e anseios, e sinto que a gente se conecta. Para as meninas, uma coisa legal que realizei com a maioridade, foi poder ser assinante da revista “Capricho” ₢ da qual fui e sou tiete (risos). Claro que todos riram com isso, fizeram piadinhas, mas eu sobrevivi, e as revistas continuam a chegar, quinzenalmente.

Sabemos o quanto é difícil “ser de maior”, pagar contas em dia, se virar com seu próprio sustento. É gratificante demais, mesmo quando sobra mais mês do que salário lá pelo dia 28...Ainda assim, converso que para tudo isso aconteça no tempo certo; sei o quanto eles querem aliviar os pais com relação a gastos e tal, só que, quando atropelamos o tempo, ele não retorna para vivenciarmos tudo outra vez, com mais calma. A efemeridade respira conosco.

Quem de nós não cresceu ouvindo dos responsáveis o quanto temos de dar o devido valor aos estudos, às oportunidades, pois, na época deles não tiveram isso. E vai ser eternamente assim. Nascemos e crescemos para que a nossa descendência tenha tudo o que não tivemos, visite lugares que não visitamos, que deguste sabores nunca experimentamos. É uma espécie de nos realizarmos no outro.

Buscaremos o melhor para a nossa prole, sim, mas nada impede que tiremos proveito da vida enquanto a gente pode, e não é pelas adversidades que iremos perder o fôlego. Nem podemos.

Devemos perder o fôlego sim, ao conversar durante horas com o melhor amigo, ao dar uma risada de repente. Precisamos viver da melhor forma possível, pensar positivo e curtir cada fase da vida, sem pressa, mas com intensidade.

E se alguém me perguntar por que toda essa importância dada à esses alunos, direi imediatamente: porque são seres humanos como todos nós, devem ter chances iguais como todos nós, e porque vale a pena, sempre, ser a favor da vida, seja a de quem for.

Ketiley Pessanha, para a revista Empty.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

"A vida vem em ondas como o maaaar... ♪

quarta-feira, 24 de março de 2010

▬Vidas em transito ▬

Paula Fernandes

Pássaro De Fogo


Vai se entregar pra mim.
Como a primeira vez,
Vai delirar de amor, sentir o meu calor
Vai me pertencer...
Sou passaro de fogo, que canta ao teu ouvido.
Vou ganhar esse jogo, te amando feito um louco.
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante.
Coração independente.
Por você corre perigo.
Tô a fim dos teus segredos.
De tirar o teu sossego.
Ser bem mais que um amigo..
Não diga que não
Não negue a você.
Um novo amor, uma nova paixão.
Diz pra mim...
Tão longe do chão
Serei os teus pés.
Nas asas do sonho, rumo ao teu coração.
Permita sentir, se entrega pra mim.
Cavalga em meu corpo.
Ô minha eterna paixão.
Vai se entregar pra mim...

terça-feira, 25 de março de 2008

Março

Águas de Março
Tom Jobim
Composição: Indisponível


É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

...

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Pau, pedra, fim, minho
Resto, toco, oco, inho
Aco, vidro, vida, ó, côtche, oste, ace, jó
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

Bonita

BONITA
Tom Jobim
Composição: Antonio Carlos Jobim / Gene Lees / Ray Gilbert



What can I say to you Bonita
What magic words would capture you
Like a soft evasive mist you are Bonita
You fly away when love is new
What do you ask of me Bonita
What part do you want me to play
Shall I be the clown for you Bonita
I will be anything you say Bonita
Don't run away Bonita
Bonita Don't be afraid to fall in love with me
I love you
I tell you
I love you, Bonita
If you love me
Life will be beautiful Bonita,
Bonita

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

O primeiro de muitos

Gente, olha onde vim parar!! Num blog! isso, num 
"BLOGUI" , e logo eu que nunca imaginei ter isso na vida... sempre me perguntei: " nossa será que as pessoas têm tanto assim pra escrever nessa coisa?"... Hoje eu vejo que não é simplesmente escrever, acho sim que é muito mais do que isso.
Estou de férias na faculdade; é eu faço facul galera e nossa, como isso é estressante e interessante ao mesmo tempo, ainda mais a UERJ que vive esquentando as cabeças de alunos e simpatizantes...Uma amiga, a bebelly que ainda insiste em dizer: 'eu amo aquilo lá" se bem que alguém falando deste jeito talvez nem ame tanto assim...
Moro com meus pais. É assim mesmo como na letra do legião urbana, mas isso é assunto pra outro momento... tem a tuty também a minha cadelinha poodle preta que eu acho que já está grisalha por seus muitos anos dedicados à esta família. Áh pessoal, tem tanta gente que eu quero que vocês conheçam.. mas oportunidades não faltarão, no mais fiquem comigo mesmo, vocês não têm muitas opções...hahahaha.
Mais uma coisinha: eu vim pra ficar!